segunda-feira, 21 de março de 2016

Teclado de computador e aspirador de pó industrial

O aspirador de Pó Industrial é aliado na limpeza de teclados


Imagine um ambiente inóspito onde imensas bolas de poeira estão entrelaçadas à fios de pelos de diversas origens. E mais: onde pele, restos de comida e líquidos de variadas origens servem de alimento para uma imensa quantidade de bactérias nocivas à saúde dos mais resistentes seres-humanos.
limpezatecladoOutro planeta? Um vulcão? Um depósito de lixo tóxico? Quase isso. Este ambiente, pasme, é o teclado de um computador. Ou melhor, o teclado de um computador de quem nunca fez uma limpeza em anos de atividade constante!
Felizmente, não é uma tarefa de outro mundo fazer esta limpeza, basta alguns produtos básicos de higiene e um aspirador de pó. Siga as dicas:

Como limpar?

Primeiro vamos abordar o caso de um teclado com sujeira leve.
Você vai precisar de: ar comprimido enlatado (vendido em lojas especializadas em informática), pano sem fiapo, detergente comum diluído, aspirador de pó industrial  com escova suave.
– O computador deve ser desligado e o teclado desconectado. Depois, coloque uma folha de jornal sobre a mesa e vire o teclado de cabeça para baixo, sacudindo-o. Os resíduos caem pela força da gravidade.
– Você pode também utilizar a função “soprador” do aspirador de pó industrial ou uma lata de ar comprimido para soltar e remover a sujeira. Para isso, direcione o fluxo de ar por entre as teclas. Dica: faça isso fora da sala, em um local aberto.
– Para limpar as superfícies do teclado: os dedos são oleosos e, não raro, digitamos após ter feito um lanchinho, o que aumenta as impurezas das superfícies. Para fazer este tipo de limpeza, utilize detergente comum diluído e um pano úmido. Não se esqueça de enxugar as teclas após a limpeza.
E agora, os teclados realmente problemáticos: 
Além dos itens utilizados da limpeza comum, você vai precisar de: uma pequena chave de fenda para remover as teclas, mechas de algodão e álcool isopropílico 90%.
– Tire uma foto do seu teclado para não esquecer a ordem das teclas.
– Com a chave de fenda retire uma a uma, com cuidado. Atenção: não remover a barra de espaço nem teclas grandes, como Shift, Enter e Tab. Pode ser difícil recolocá-las.
– Com a lata de ar comprimido vá soltando as partículas mais resistentes. As principais manchas costumam sair com detergente e as resistentes com o álcool isopropílico.
– Limpe as teclas individualmente antes de remontar o teclado.
– Para finalizar reconecte o teclado e teste todas as teclas individualmente.
Dica final: faça a limpeza básica todo mês para não precisar fazer a limpeza de impacto! Assim, fica mais fácil a manutenção
Fonte://blogdalu

sexta-feira, 4 de março de 2016

Estudo mostra que o aspirador de pó industrial pode auxiliar no combate ao mosquito da dengue

Dicas de como o aspirador de pó industrial pode auxiliar no combate a dengue


O aspirador de pó  industrial contra  os  mosquitos podem ser uma ferramenta auxiliar no monitoramento do aedes aegypti, o transmissor da dengue? Um trabalho desenvolvido no mestrado profissional em Saúde Pública da Fiocruz Pernambuco aponta que sim. A autora, a bióloga e supervisora de vigilância entomológica do Centro de Vigilância Ambiental do Recife, Vânia Nunes, avaliou o uso desses aparelhos no monitoramento da densidade populacional do aedes, em áreas endêmicas do Recife.
A pesquisa foi realizada no período de um ano, em duas áreas do bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte da cidade. O local foi escolhido por possuir altos índices de infestação, com recorrentes notificações de casos da doença, e uma rede estruturada de ovitrampas (armadilhas, também desenvolvidas pela Fiocruz Pernambuco, para coleta de ovos de mosquito), implantada desde 2009. As duas áreas têm a mesma dimensão, 0,3 km2, porém na área 1 foram selecionados 50 imóveis e, na 2, um total de 25. A cada mês, as residências pesquisadas tiveram todos os cômodos aspirados com o aspirador de pó industrial durante 15 minutos, por três dias consecutivos, sempre no começo da manhã. No total, foram coletados 2.133 mosquitos aedes, sendo 1.230 fêmeas - as responsáveis pela transmissão da doença. Proporcionalmente, a área com menos imóveis apresentou maior infestação que a área com mais imóveis. Nesta última, foram realizadas 600 aspirações, sendo 284 (47%) positivas para A. aegypti, enquanto a área 2 recebeu 300 aspirações, com positividade em 180 (61%).  Embora não fossem objetos da pesquisa, a aspiração permitiu coletar também 11.564 exemplares de culex quinquefasciatus, mosquito de grande importância epidemiológica por ser o transmissor do parasita causador da filariose linfática.
Aspirador de pó industrial  usados estavam ociosos
Os números de mosquitos coletados revelam a importância do aspirador de pó industrial no controle das doenças causadas por esses vetores. No caso do aedes, a fêmea infectada permanece transmitindo o vírus da dengue ao longo de todo o seu ciclo de vida, que dura em torno de 45 dias. “Trata-se de um vetor complexo de controlar”, explica a orientadora do trabalho e pesquisadora da Fiocruz Pernambuco, Cláudia Fontes. “São indivíduos muito estratégicos, com um poder de adaptação muito grande, que estão desafiando a nossa inteligência, em todos os aspectos. Cada nova técnica adotada no monitoramento ajuda a conhecer mais sobre o mosquito e na adoção de estratégias de controle”, afirmou.
A ideia de desenvolver essa pesquisa, no mestrado profissional, surgiu a partir da constatação que os aspiradores de mosquito recebidos pela Prefeitura do Recife, em 2007, para coleta do culex, ficavam ociosos por longos períodos. “Como não se trata de coleta contínua, esses equipamentos ficavam guardados. Daí a idéia de utilizá-los também para a captura do Aedes”, explicou Vânia. “O mestrado profissional traz para você esta responsabilidade, que o resultado final seja utilizado, se torne uma coisa útil”.
A partir desses dados, Vânia considerou bem sucedida a ideia de fomentar o aspirador  de pó industrial como mais um instrumento de monitoramento, que atua na fase adulta do mosquito aedes. “Trata-se de uma ferramenta ambientalmente limpa, que pode vir a reduzir o uso dos inseticidas”, acredita a bióloga. “Em vigilância ambiental um só método não resolve. Se for possível acompanhar mais fases da vida do inseto é melhor”, ponderou.
Fonte://portalfiocruz